A música possui uma capacidade única de acessar áreas do cérebro que outras formas de comunicação muitas vezes não conseguem. Quando uma criança apresenta barreiras severas na interação ou na expressão emocional, a musicoterapia surge como uma ponte poderosa. Na Clínica Neurobrink, acolhemos as queixas que levam as famílias a buscar esse suporte em Campo Grande:
Inseguranças Comuns: "Meu filho não fala, mas canta ou se interessa muito por sons?", "Ele parece viver em um mundo próprio e não interage?", "Como ajudar meu filho a expressar o que sente se ele não usa palavras?", "Ele se acalma ou se desorganiza muito com estímulos sonoros?".
Queixas Frequentes: Dificuldades graves de comunicação social, isolamento, baixa tolerância a frustrações, agitação motora excessiva e desafios na expressão de emoções.
A musicoterapia clínica é uma intervenção fundamentada que utiliza os elementos da música (ritmo, melodia, harmonia e som) para atingir objetivos terapêuticos em diversas condições:
TEA (Transtorno do Espectro Autista): Estímulo à comunicação verbal e não-verbal e interação social.
TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade): Auxilia no foco, no controle inibitório e na organização temporal (ritmo).
TDL (Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem): Uso de melodias para facilitar a aquisição de fala e vocabulário.
TAG (Transtorno de Ansiedade Generalizada): Promoção de regulação emocional e relaxamento.
Deficiência Intelectual e Síndromes Genéticas: Estímulo cognitivo e motor através de instrumentos musicais.
Na Neurobrink, a música não é o fim, mas o meio para o desenvolvimento. As sessões são planejadas de acordo com as necessidades clínicas de cada paciente:
Comunicação Através do Som: Utilizamos instrumentos e canções para incentivar a troca de turnos (esperar a vez), o contato visual e a expressão de desejos e sentimentos.
Regulação Sensorial e Emocional: Trabalhamos com intensidades e ritmos para ajudar a criança a organizar suas respostas a estímulos externos, reduzindo crises e ansiedade.
Desenvolvimento Cognitivo e Motor: Tocar um instrumento ou acompanhar um ritmo exige planejamento motor, memória e atenção sustentada.
Integração Multidisciplinar: A musicoterapeuta trabalha alinhando os objetivos com outros profissionais, garantindo que o plano terapêutico seja completo e focado no progresso real.