No universo do autismo, a alimentação é frequentemente um dos maiores desafios diários. A rigidez comportamental e a hipersensibilidade sensorial transformam a hora da refeição num momento de tensão. Na Neurobrink, acolhemos as dores das famílias de Campo Grande:
Queixas Frequentes: "Ele só come alimentos crocantes ou de cor amarela", "O cheiro da comida provoca-lhe náuseas imediatas", "Recusa categoricamente experimentar qualquer fruta ou vegetal".
Inseguranças: Medo da desnutrição devido à seletividade extrema e o isolamento social da família por não conseguirem frequentar restaurantes ou eventos.
A nossa Terapia Alimentar é desenhada especificamente para os desafios do neurodesenvolvimento:
TEA (Transtorno do Espectro Autista): Foco na seletividade alimentar e rigidez de rotina.
TPS (Transtorno do Processamento Sensorial): Dificuldade em processar texturas, cheiros e sabores.
Dificuldades Alimentares Sensoriais: Casos em que a barreira é a percepção do alimento pelo cérebro.
Não forçamos a criança a comer; ensinamos o seu cérebro a tolerar e interagir com o alimento:
Aproximação Sucessiva: Um método respeitoso onde a criança aprende a tolerar a presença, o cheiro e o toque do alimento antes de provar.
Dessensibilização Sensorial: Trabalho conjunto com a Terapia Ocupacional para organizar os sentidos.
Integração Multidisciplinar: A terapeuta alimentar trabalha alinhando os objetivos com outros profissionais, garantindo que o plano terapêutico seja completo e focado no progresso real.